Bento XVI: Quem descobriu Cristo não pode também deixar de levar os outros para Ele, pois uma grande alegria não pode ficar para si próprio, mas para ser comunicada. Esta é a tarefa a que vos chama o Senhor; este é o “apostolado de amizade” que S. Josemaria, fundador do
Opus Dei, descreve como «amizade
pessoal, sacrificada, sincera: de tu a tu, de coração a coração» (
Sulco, n. 191). Cada cristão é convidado a ser amigo de Deus e, com a graça, a atrair a Ele os seus amigos. O amor apostólico converte-se assim numa autêntica paixão que se traduz em comunicar aos outros a felicidade que se encontra em Jesus. De novo S. Josemaria vos recorda algumas palavras-chave desse vosso itinerário espiritual: «Comunhão, união, comunicação, confidência: Palavra, Pão, Amor» (
Caminho, n. 535) as grandes palavras que expressam os pontos essenciais do nosso caminho.
João Paulo II: “O facto de sempre ter havido, ao longo dos séculos, homens e mulheres, fiéis a Cristo, que iluminaram com a sua vida e com a sua mensagem as diversas épocas da história, é uma manifestação evidente da Providência divina. Entre estas figuras insignes, o Beato Josemaría Escrivá ocupa uma posição eminente. Como tive ocasião de sublinhar no dia solene da sua
beatificação, ele veio recordar ao mundo contemporâneo o chamamento universal à santidade e o valor cristão que o trabalho profissional pode assumir, nas circunstâncias do dia-a-dia de cada um.”
João Paulo I: “Escrivá de Balaguer, com o Evangelho, dizia continuamente: “Cristo não nos pede um pouco de bondade; pede-nos muita bondade. Mas quer que cheguemos a essa bondade, não através de acções extraordinárias, mas com acções comuns, embora o modo de realizar essas acções não deva ser comum”. Aí, “nel bel mezzo della strada”, no escritório, na fábrica, tornamo-nos santos bastando que cumpramos o nosso dever com competência, por amor de Deus, e alegremente, de modo a que o trabalho diário se converta não numa “tragédia quotidiana”, mas no “sorriso quotidiano.”
Paulo VI: “Nas suas palavras advertimos a vibração do espírito aceso e generoso de toda a Instituição, nascida neste nosso tempo como expressão da perene juventude da Igreja (...). Consideramos com paterna satisfação tudo quanto o
Opus Dei, realizou e realiza pelo Reino de Deus; o desejo de fazer o bem, que o norteia; o amor inflamado pela Igreja e pela sua Cabeça visível, que o distingue; o zelo ardente pelas almas que o lança nos árduos e difíceis caminhos do apostolado da presença e do testemunho em todos os sectores da vida contemporânea”
Pio XII: Era um verdadeiro santo, um homem enviado por Deus para os nossos tempos.