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II Prémio Internacional Harambee 2002 – Reportagens sobre a África

29 Janeiro 2006

Etiquetas: Harambee
O projecto Harambee 2002, que surgiu por ocasião da canonização de São Josemaria, com o fim de sustentar obras educativas e de promoção humana na África sub-saariana, abriu concurso para o II Prémio Audiovisual “Comunicar África”.
O objectivo do concurso para este Prémio é o de suscitar na opinião pública uma maior atenção e sensibilidade para com a África, a fim de superar e combater:

- o silêncio: manifestação de uma atitude segundo a qual a África não existe nem conta no panorama internacional;
- o estereotipo: informação relativa à África que se limita às guerras, aos dramas sociais, aos problemas de ordem sanitária ou às calamidades.

Em suma, uma visão limitada e parcial que não deixa entrever este continente na realidade do seu labor quotidiano.

Podem apresentar-se ao concurso reportagens ou documentários transmitidos na televisão que apresentem temáticas éticas, sociais, económicas ou culturais, específicas da África sub-saariana. Para mais informações sobre características, inscrição e regulamento do Prémio ver: www.harambee2002.org
.

A primeira edição do Prémio celebrou-se em 2004, com a participação de 51 documentários. A sessão de entrega do Prémio realizou-se no Campidoglio, em Roma, a 15 de Novembro de 2004.

O projecto Harambee 2002 foi uma iniciativa do Comité organizador da canonização de Josemaria Escrivá, Fundador do Opus Dei, que – como expressão concreta de gratidão a Deus e na esteira dos sentimentos que o novo santo albergava – propôs aos que assistiam à cerimónia, e a todas as pessoas que desejassem aderir à iniciativa, a possibilidade de contribuir para o financiamento de programas de educação na África.

África é um continente com enormes recursos e com graves problemas. Trata-se de uma chamada de atenção premente à consciência dos cristãos e à de todos os homens e mulheres de boa vontade, porque – como afirmava São Josemaria - Um homem ou uma sociedade que não reaja diante das tribulações ou das injustiças e se não esforce por as aliviar, não é um homem ou uma sociedade à medida do amor do Coração de Cristo. Os cristãos - conservando sempre a mais ampla liberdade quando se trata de estudar e de pôr em prática as diversas soluções, segundo um pluralismo bem natural - terão de convergir no mesmo anseio de servir a humanidade. Se não, o seu cristianismo não será a Palavra e a Vida de Jesus: será um disfarce, um embuste feito a Deus e aos homens. (Cristo que passa, n. 167).